Ferramenta gratuita · ODuo
Quanto a manutenção custa na sua diária
Some o que você gastou com a máquina em 12 meses, divida por 12 e depois pelos dias que ela aluga no mês. Esse valor sai de cada diária antes de cobrir depreciação, galpão, imposto e o seu lucro.
Abaixo, a conta com os seus números, o que sobra da diária e o caminho para levantar o gasto se você ainda não tem esse número. Nada aqui é enviado.
VOZ DO CLIENTEManutenção aparece em 659 das 4.454 conversas da ODuo com donos de locadora — 14,8% da base. Base de voz do cliente da ODuo, medida em setembro de 2026.
O valor de compra ou de reposição. Serve para ver o peso da manutenção sobre o próprio equipamento no ano.
A diária cheia que está na sua tabela, sem desconto de negociação.
A ocupação REAL, não os 30 dias. Se a máquina aluga menos, cada diária carrega uma fatia maior da manutenção.
Peça, óleo, pneu, oficina de fora, mão de obra e guincho. Não sabe? A lista do que somar está logo abaixo da calculadora.
Dias em que a máquina estava indisponível esperando peça, fila da oficina ou conserto.
De cada diária, some em manutenção
—
Preencha a diária, os dias alugados e o gasto de 12 meses para ver a conta com os seus números.
Não sabe quanto gastou? O caminho para levantar
A resposta para quem não tem o número não é chutar um percentual. É somar as notas de 12 meses de uma máquina só — a que mais roda ou a que mais para. Uma tarde resolve, e o número serve para o resto da frota.
- 1
Peça e material
Notas de peça, filtro, óleo, graxa, correia, pneu, esteira, lâmina, dente e ponteira dos últimos 12 meses.
- 2
Oficina de fora
Toda ordem de serviço de terceiro: mecânico, elétrica, hidráulica, solda, retífica e revisão de concessionária.
- 3
Mão de obra de dentro
Se você tem mecânico na folha, divida o custo mensal dele pelas máquinas que ele atende e conte 12 meses. Se quem conserta é você, conte as horas — elas custam.
- 4
Guincho, frete e deslocamento
Levar e trazer máquina da oficina, prancha, diesel do deslocamento e diária do motorista nesse serviço.
- 5
Dias parados
Quantos dias essa máquina ficou indisponível esperando peça, fila da oficina ou conserto. Marque no calendário do ano, não de memória.
Por que a ODuo não te dá um número pronto
Porque ele não existe. Duas betoneiras iguais, na mesma cidade, no mesmo ano, gastam valores diferentes: depende de quem opera, do tipo de obra, de quanto ela roda e de quão em cima a manutenção preventiva é feita. A ODuo não mediu custo de manutenção por tipo de equipamento e não vai colocar um percentual de mercado na sua boca — o único número que decide o seu preço é o da sua máquina.
Levante uma vez na mão. Da segunda vez em diante, isso tem que sair do sistema: peça, serviço e dia parado registrados na ficha da máquina, não numa pilha de notas na gaveta.
Esse número é um campo da conta do preço — não a conta inteira
A manutenção é uma das parcelas do custo de posse da máquina. Junto com ela entram depreciação, galpão, seguro, imposto e a fatia da equipe que aquela máquina carrega. A calculadora de precificação de locação pede exatamente o campo "manutenção e peças por mês" — é o valor mensal que esta página acabou de calcular. Com ele preenchido de verdade, ela devolve o valor mínimo por dia que cobre o custo. A margem em cima disso continua sendo decisão sua.
É por aí que a maioria das tabelas de diária fica errada: o campo da manutenção é chutado, e um chute para baixo faz o preço mínimo sair menor do que o custo real.
Se o que mais pesa é a máquina parada, veja quanto a frota parada está custando. Se a manutenção sobe todo ano e a dúvida virou consertar ou trocar, a conta é a de payback por equipamento. E para registrar peça, serviço e dia parado na ficha de cada máquina, a porta é o Loctos Gestão.
Perguntas frequentes
Custo de manutenção e diária na locadora — as dúvidas mais comuns.
A conta é esta: some tudo o que aquela máquina consumiu nos últimos 12 meses (peça, óleo, pneu, oficina de fora, mão de obra e guincho), divida por 12 para achar o custo mensal e divida esse valor pelos dias que ela realmente aluga no mês.
O resultado é quanto sai de cada diária só em manutenção, antes de cobrir depreciação, galpão, seguro, imposto, equipe e o seu lucro.
Não existe um percentual de mercado que responda isso por você: a ODuo não mediu custo de manutenção por tipo de equipamento, e duas máquinas iguais gastam valores diferentes conforme quem opera, o tipo de obra e quanto elas rodam.
Em quatro passos, com as suas notas. Primeiro, escolha uma máquina só — a que mais roda ou a que mais para.
Segundo, some 12 meses de gasto dela: peça e material, ordens de serviço de oficina de fora, a fatia do seu mecânico próprio e o guincho ou frete para levar e trazer da oficina.
Terceiro, divida por 12: esse é o custo mensal de manutenção daquela máquina. Quarto, divida o custo mensal pelos dias que ela aluga no mês, e você tem o custo de manutenção por diária.
Anote também quantos dias ela ficou parada no ano — esse não é gasto de bolso, é receita que não entrou.
Cinco coisas, e as quatro primeiras saem do bolso: peça e material (filtro, óleo, graxa, correia, pneu, esteira, lâmina, dente e ponteira);
serviço de terceiro (mecânico, elétrica, hidráulica, solda, retífica e revisão de concessionária); mão de obra de dentro, que é a fatia do mecânico da folha ou as suas próprias horas quando quem conserta é você;
e guincho, prancha, combustível e motorista para levar e trazer a máquina. A quinta é o dia parado: enquanto a máquina espera peça ou fila de oficina, ela não faz diária.
Isso não é despesa na nota, mas é receita que deixou de existir nos dias em que havia cliente para ela.
Não existe esse percentual, e quem entrega um número redondo está chutando.
O que existe é a sua conta, e ela tem dois cortes que são pura aritmética: quando a manutenção por diária passa do valor da diária, aquela máquina custa mais para manter viva do que rende em cada dia alugado;
e quando ela leva metade ou mais da diária, sobra menos da metade para pagar depreciação, galpão, seguro, imposto, equipe e o seu lucro.
Fora esses dois cortes, comparar o seu percentual com o de outra locadora não decide nada — o que decide é se o que sobra da diária cobre o resto do custo daquela máquina.
Para saber, compare o custo de manutenção por diária com a diária que você cobra e olhe o que sobra.
Esse resto ainda precisa pagar depreciação (o valor da máquina dividido pelos meses até a troca), galpão, seguro, imposto e a fatia da equipe que aquela máquina carrega.
Se o que sobra não cobre isso, a diária está abaixo do custo mesmo que o mês feche no azul — o prejuízo aparece na hora de repor a máquina.
A conta completa do preço, com todas essas parcelas, está na calculadora de precificação de locação da ODuo, que pede justamente o campo de manutenção por mês que esta página calcula.
Não há uma regra fixa, e a ODuo não publica um limite porque não mediu esse número por tipo de equipamento. O que dá para medir é a sua própria máquina, com dois indicadores.
O primeiro: quanto o gasto de manutenção de 12 meses representa sobre o valor da máquina, acompanhado ano a ano — quando ele sobe em vez de cair, a decisão deixou de ser de conserto.
O segundo: quantos dias ela ficou parada no ano e quanto isso valia na sua diária. Com os dois na mão, a conta de trocar é a de payback: quanto a máquina nova custa e em quanto tempo ela se paga alugando.
Registrando peça, serviço, custo e dia parado na ficha de cada máquina, e não numa pilha de notas na gaveta.
O que o controle precisa guardar é: data, o que foi feito, quem fez, quanto custou e quantos dias a máquina ficou indisponível.
Com isso, no fim de 12 meses o custo de manutenção por equipamento sai pronto, em vez de virar uma tarde de somar nota.
É o que o Loctos Gestão faz: histórico por máquina, custo acumulado por equipamento e o dia parado registrado junto com a locação — para a próxima tabela de diária nascer com o número certo em vez de um chute.

