Ferramenta gratuita · ODuo
Quanto a sua locadora tem a receber — e o que isso custa
A máquina saiu, voltou, e o dinheiro não. Coloque quanto está em aberto e veja quantos dias de operação estão na mão do cliente — e quanto custa carregar essa espera. Nada aqui é enviado.
VOZ DO CLIENTE"A receber" e "em aberto" aparecem em 366 das 4.725 conversas da ODuo com donos de locadora. O locador raramente fala em perder o dinheiro — ele fala em esperar.
Tudo que já foi faturado e ainda não entrou — some as locações em aberto.
A média dos últimos meses. Serve para traduzir o valor em dias de operação.
Do vencimento até hoje. Se tiver contas de idades diferentes, use a média.
A taxa que o seu banco cobra, ao mês. Se não souber, 2% é a referência de mercado.
Carregar essa espera já te custou
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é o custo de manter esse valor parado por 45 dias, à taxa de capital de giro que você informou.
Preencha o valor a receber e o faturamento pra ver a conta com os seus números.
A conta usa a taxa de capital de giro que você informou — é o custo de carregar a espera, não uma previsão de perda. Quanto mais velho o débito, mais difícil receber; a página não estima percentual por faixa porque a ODuo não mediu esse número. Veja o modelo de contrato de locação — cobrança boa começa no contrato, não na mensagem.
Perguntas frequentes
Cobrança e caixa parado na locadora — as dúvidas mais comuns.
Não existe número único, mas há uma tradução que ajuda: divida o valor em aberto pelo seu faturamento mensal e multiplique por 30. O resultado são os dias de operação que você já entregou e ainda não recebeu.
Quando esse número passa de 30, você tem mais de um mês inteiro de trabalho na mão do cliente — e aí cobrança deixa de ser tarefa administrativa e vira prioridade de caixa.
Custa o que você pagaria para cobrir esse buraco com capital de giro.
Se você tem R$ 40 mil em aberto há 60 dias e o seu banco cobra 2% ao mês, carregar essa espera já custou R$ 1.600 — dinheiro que saiu do seu bolso para financiar o cliente.
É custo de carregar, não previsão de perda: o valor ainda pode entrar.
Depende menos do valor e mais da idade do débito. Até 30 dias é atraso comum de obra e uma régua de cobrança bem feita resolve a maior parte.
Entre 30 e 90 o cliente já se acostumou, e a cobrança precisa virar processo com data e consequência, não lembrete.
Acima de 90 dias continuar mandando mensagem raramente muda o resultado — o que muda é o instrumento: protesto, negativação ou acordo com desconto.
Cobrança boa começa no contrato, não na mensagem. Vencimento claro, multa e juros previstos, garantia definida e a regra do que acontece se a máquina não voltar.
Depois disso, o que resolve é constância: alguém — ou um sistema — lembrando na data certa, todo mês, sem depender de você lembrar de cada cliente.

